sábado, 25 de fevereiro de 2012

Panem et circenses

Que bom! O Circo acabou. Não aguento ver a agitação dos "famosos" na TV. E também das pessoas "comuns". Parecem que esperam esse momento para serem felizes. Sendo que a felicidade pode ser encontrada de outras formas.


Rídiculas as brigas nas apurações em SP e BH. É... até BH teve discussão..... proporção menor, é claro. Êita povinho.


Falando em BH, que depressão é o carnaval aqui. Até para mim, que não gosto. Cheguei na 3a-feira, pois viajei para o "Carnaval" (mas que de Carnaval não tem nada! Mais um feriadão. Fui me divertir com minha família, na fazenda. Quer coisa melhor que isso?)


Mas voltando.... 3a a tarde, me deu até vontade de trabalhar.


E pensar que eu já gostei disso. Coisas da juventude. É porque lá, na juventude, ainda não temos senso crítico sobre todas as coisas.


Povinho brasileiro....

Volta a realidade....
Realidade...


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Passeio legal


Em uma sala de espera para uma consulta oftamológica do Felipe (que por sinal, se comportou muito bem), li a revista Encontro, que falava sobre roteiros turísticos em MG, focando a Estrada Real.

Interessei-me por um roteiro de santuários. Não por que eu seja um devoto fiel (estou devendo...), mas peles lugares serem bonitos, por ter duas opções não tão distantes, e também porque acredito que os visitantes são mais tranquilos.  Resolvemos visitar.

Final de semana passada fomos no Santuário do Caraça. Karla, Felipe, Vovó Cida (de Itabira) e eu. AH! E também minha pequenininha, que ainda não tem nome, mas nos acompanha em todo lugar. Vovô Zezé ficou na fazenda, cuidando da nascente.

Aproximadamente, 50KM da nossa fazenda. Tirando os quebra-molas, achei bem tranquila a viagem. Passamos por Cocais e Barão de Cocais. Chegamos, ganhamos o mapa do local, seguimos adiante e chegamos no estacionamento. Reservamos nosso almoço e fomos para a trilha que nos levava até à cascatinha. Distância de 2Km. Parece pouco, mas ida e volta com Felipe no colo não é fácil (escrevo esse texto com as pernas "doces"). Na verdade, ele andava um pouquinho, mas sempre para o lado contrário, rssss... No caminho, encontramos um casal de idosos. O "vovô", com problemas na perna, estava desistindo, mas pegou Felipe no colo, tirou foto e ficou encantado, pois ganhou um abraço dele.

Depois de trechos bons trechos planos, mas também trechos esburacados, chegamos no destino. A cachoeira é linda. Água gelada! colocamos pezinho do Felipe lá. Virou um bloquinho de gelo. Falta estrutura para ficar mais tempo lá. Mas acredito que seja proposital. Ficamos uns 20 minutos e voltamos. 







 Almoçamos uma comida simples, mas bem gostosa. Felipe se comportou bem, ficou na cadeirinha o tempo todo. Assim conseguimos almoçar todos juntos. Depois passeamos no santuário, edificações antigas. Como sempre, tive a sensação de já ter visado aquele lugar. Devo ter milhares de vidas passadas. Entramos na igreja e vovó e mamãe rezaram. Papai ficou observando as imagens com Felipe no colo, dando gritos, pois achou interessante o eco.






Na hora de ir embora, vovó Cida comparou os passeios aos passeios com o vovô Zezé: "O passeio é vapt-vupt." Mas nao tinha mais nada para fazer... Ou era ir embora, ou então andar mais 12Km para o cascatão.


Recomendo o passeio. Tranquilo, beleza naturais, Felipe muito feliz. Mas ouvimos algumas pessoas dizendo, em momentos distintos, terem se deparado com cobras nas trilhas. Fica o alerta: "Sempre alerta!"


O próximo, será o Santuário da Serra da Piedade, em Caeté. E viva a revista Encontro!